Experiências, memórias e narrativas: “tia” Lázara, de quem são aqueles desenhos que colori?
DOI:
https://doi.org/10.69843/rir.v21i3.77095Palavras-chave:
Desenhos. Memórias. Cartas.Resumo
Esta narrativa produz reflexões relativas aos desenhos das crianças na educação formal, problematizando aspectos historicamente construídos nos campos da educação das artes visuais e da pedagogia. As reflexões partilhadas resultam de uma das experiências vividas pelo autor em seu Estágio Pós-doutoral, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual, da Faculdade de Artes Visuais, da Universidade Federal de Goiás. Mais especificamente, na disciplina Fundamentos da Arte na Educação, para os estudantes da Licenciatura em Artes Visuais da mesma instituição, os quais produziram exercícios de recordar experiências pessoais vivenciadas nas aulas de Arte da educação básica e de materializar o recordado por meio de cartas “endereçadas” a alguém num futuro distante. As considerações produzidas partiram da carta escrita pelo autor-Estagiário que, em contraste, “endereçou” para uma pessoa do seu passado distante, sua professora da educação primária, indagando sobre a origem dos desenhos que apenas coloriu.
Downloads
Referências
ALBANO. Ana Angélica. O espaço do desenho: a educação do educador. 15. ed. São Paulo: Loyola, 2012.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Boitempo II – Menino antigo. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.
ASSIS, Henrique Lima Assis. Casas como museus: narrativas de professores de Artes. 1. ed. – Curitiba: Appris, 2024.
ASSIS, Henrique Lima. Como uma pessoa se torna professor de artes visuais? Experiências pessoais com orientações curriculares oficiais. In: Ensino/aprendizagem nos processos educacionais em Artes: caminhos possíveis na contemporaneidade. Rosangela Marques de Britto, Marisa de Oliveira Mokarzel, Ana Del Tabor Vasconcelos Magalhães, Rita de Cássia Cabral Rodrigues de França, Nélia Lúcia Fonseca (organizadoras). 1. ed. Curitiba: CRV, 2021. p. 25-40.
ASSIS, Henrique Lima. Outros modos de ver: imagens cinematográficas no ensino de artes visuais. 2007. 195 f. Dissertação (Mestrado em Processos e Sistemas Visuais, Educação e Visualidade) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2007.
BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. Tradução, apresentação e notas de Marcus Vinícius Mazzari; posfácio de Flávio Di Giorgi. 1. ed. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2002.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. As flores de abril: movimentos sociais e a educação ambiental. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.
BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEF, 2017.
CUNHA, Susana Rangel Vieira da. Arte/Educação, infância e cultura visual: territórios da docência e pesquisa. 1. ed. Porto Alegre: Zouk, 2023.
DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho. 1. ed. São Paulo: Scipione, 1989.
GOIÁS. Secretaria de Estado de Educação. Documento Curricular para Goiás - Ampliado. Goiânia: SEE; CONSED; UNDIME, 2019.
FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não - Cartas a quem ousa ensinar. 16. ed. São Paulo: Editora Olhos d’Água, 2006.
HOLM, Anna Marie. Fazer e Pensar Arte. Museu de Arte Moderna de São Paulo. 1. ed. São Paulo: Editora Moderna, 2005.
MARTINS, Alice Fátima. O desenho reproduzido e a formação do professor de séries iniciais do ensino fundamental. In: Linhas Críticas. Brasília. v. 6, n. 11, jul-dez 2000. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/linhascriticas/article/view/2855/2560. Acesso em: jan. 2025.
NOVAIS, Maria Eliana. Professora primária: mestra ou tia. 1. ed. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1984.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1986.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Os artigos encaminhados para publição na revista ITINERARIUS REFLECTIONIS deverão ser originais e não publicados ou propostos para tal fim em outra revista. Aceitam-se artigos escritos em Português, Espanhol e Inglês. A revista ITINERARIUS REFLECTIONIS se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores. As provas finais não serão enviadas aos autores. Texto sobre Copyright do conteúdo da Revista.