Formação docente e IA generativa: desafios para uma educação antirracista
DOI :
https://doi.org/10.69843/rir.v22iUnico.77227Mots-clés :
Formação docente; Inteligência Artificial Generativa; Educação antirracista; Educação básica; Racismo algorítmico.Résumé
Este artigo analisa os desafios e as possibilidades da formação docente frente à incorporação da Inteligência Artificial Generativa (IA) na educação básica, tomando como eixo central a construção de práticas pedagógicas antirracistas. A partir de uma abordagem crítica, dialogamos com estudos sobre racismo estrutural, racismo algorítmico e formação docente, articulando tais reflexões às experiências de professoras negras que atuam na escola básica. Argumenta-se que a IA, quando apropriada de forma acrítica, tende a reproduzir desigualdades históricas e epistemológicas; entretanto, quando mediada por uma formação docente crítica e racialmente consciente, pode contribuir para práticas pedagógicas emancipatórias. O texto enfatiza a centralidade da educação básica como espaço estratégico para o enfrentamento do racismo e para a formação de sujeitos críticos diante das tecnologias digitais.
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