Formação docente e IA generativa: desafios para uma educação antirracista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.69843/rir.v22iUnico.77227

Palavras-chave:

Formação docente; Inteligência Artificial Generativa; Educação antirracista; Educação básica; Racismo algorítmico.

Resumo

Este artigo analisa os desafios e as possibilidades da formação docente frente à incorporação da Inteligência Artificial Generativa (IA) na educação básica, tomando como eixo central a construção de práticas pedagógicas antirracistas. A partir de uma abordagem crítica, dialogamos com estudos sobre racismo estrutural, racismo algorítmico e formação docente, articulando tais reflexões às experiências de professoras negras que atuam na escola básica. Argumenta-se que a IA, quando apropriada de forma acrítica, tende a reproduzir desigualdades históricas e epistemológicas; entretanto, quando mediada por uma formação docente crítica e racialmente consciente, pode contribuir para práticas pedagógicas emancipatórias. O texto enfatiza a centralidade da educação básica como espaço estratégico para o enfrentamento do racismo e para a formação de sujeitos críticos diante das tecnologias digitais.

 

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Biografia do Autor

Gilcilene Dias da Costas, ufpa

Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGEDU/UFRGS), linha de pesquisa Filosofia da Diferença e Educação, 2008. Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGEDU/UFRGS), linha de pesquisa Estudos Culturais em Educação, 2003. Professora Associada nível 4 da Universidade Federal do Pará / Campus Universitário do Tocantins/Cametá, vinculada à Faculdade de Linguagem. Atuou como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Pará (PPGED/ICED/UFPA) no período de 2011 a 2017 e do Programa de Pós-graduação em Gestão e Currículo da Educação Básica (PPEB/NEB/UFPA), de 2016 a 2019. Foi Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação e Cultura (PPGEDUC/UFPA/CUNTINS) no ano de 2015. Atuou como Coordenadora do PPGEDUC/UFPA/CUNTINS por dois biênios (2016-2018 e 2019 a junho de 2021). É docente permanente do PPGEDUC desde o ano de sua criação, em 2014, e docente permanente do Programa de Pós-graduação em Educação na Amazônia (PGEDA/EDUCANORTE), desde o ano de 2019. É vice-coordenadora da Linha de Pesquisa Culturas e Linguagens do PPGEDUC (2025). Líder do Grupo de Pesquisa ANARKHOS Micropolíticas, Arte-Performance e Experimentações Literárias na Educação (Diretório do CNPq). Membro-associado da ANPED - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, vinculada ao GT-17 Filosofia da Educação e ao GT 24- Arte e Educação. É membro do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Letras Língua Portuguesa do Campus Universitário do Tocantins/Cametá, desde 2018. A partir de janeiro de 2024 atua como Coordenadora do Programa de Extensão Observatório de Mulheres, Diversidades e Direitos Humanos do CUNTINS/UFPA - Observatório VIVAS). Nas atividades de docência e orientação acadêmica desenvolve pesquisas nas seguintes áreas: Educação, Filosofia da Diferença e Educação, Filosofia da Linguagem, Cartografias Literárias e Artísticas na escola básica, Antropofagia e Educação, Estudos interseccionais em Gênero-Sexualidade-Raça-Educação, Estudos Feministas e LGBTI+. Coordena o Projeto de Pesquisa "Escritas antropofágicas: arte e literatura e educação e..." (PROPESP/UFPA). ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7156-5610. E-mail: gilcileneufpa@gmail.com

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

SERRÃO LIMA, Regilane; DIAS DA COSTAS, Gilcilene. Formação docente e IA generativa: desafios para uma educação antirracista. Itinerarius Reflectionis, Jataí-GO., v. 22, n. Unico, p. 1–9, 2026. DOI: 10.69843/rir.v22iUnico.77227. Disponível em: https://revistas.ufj.edu.br/rir/article/view/77227. Acesso em: 2 jun. 2026.

Edição

Seção

Artigos Livres